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domingo, 27 de abril de 2014

Ajuda: Capa do Imagine!

Oi amorecos, como estão?
Passei aqui para pedir uma ajudinha de vocês!
Esses dias estava fazendo umas montagens com algumas fotos e acabei fazendo uma capa de imagine, e pensei em coloca-la para o Just a Dream. Mas não achei muito bonitinha, por isso queria que vocês votassem entre a "antiga" e a "nova".


"Antiga":


"Nova":


O que vocês acham? Não deixem de comentar, por favor. :33
Muito obrigada pelos 700 views já!! *---*
Beijos,
Gaby Silveira

Just a Dream: Capítulo 11 (The First Kiss) - Maratona #ÚLTIMO

Capítulo 11 – The First Kiss


No capítulo anterior:

(...)

Era a hora do intervalo e eu estava indo ao banheiro. De repente, ouvi um choro baixinho e ao olhar procurando da onde vinha aquele choro, assustei-me. Corri de imediato para abraçá-la que me olhou assustada e com os olhos encharcados, mas apertou-me mais contra ela. Meu coração estava apertado só de vê-la assim. Seria minha culpa? Ela estava chorando por minha culpa? Talvez pudesse ser minha culpa mesmo, afinal fui eu que comecei tudo isso.

Violetta Narrando
Abracei-o mais forte, eu não tinha noção do quanto precisava dele. Mas agora eu sabia, ele era minha força. Enquanto eu ainda estava em seus braços, sentia-me completa, serena, em paz. Ele é o meu vicio e minha paixão. E eu estou disposta a lutar por este amor.
- Está tudo bem, princesa? – Perguntou-me ele e meu coração saltou do peito. Princesa. Ele chamou-me de princesa.
- Si-i-m, obrigada León. Não há palavras para agradecer-te. Desculpe-me por isto. Eu, eu, eu... – Ele interrompeu-me.
- Não precisa agradecer-me, Violetta. Eu que devo pedir-lhe desculpas.
- Mas por quê? Não me fizestes nada! A culpa de tudo é minha! Só minha! – Desesperei-me lembrando do motivo pelo qual eu chorava.
- Calma Vilu! Está tudo bem, ok? – Disse abraçando-me mais forte. Parecia querer mandar-me forças. E      como ele estava conseguindo isto. – Eu estou aqui e nada ira acontecer-lhe enquanto eu estiver protegendo-te. A culpa não é sua... Quer dizer, imagino que o que quer que esteja acontecendo com você, com certeza a culpa não é sua.
- Viu? Como posso agradecer-te por isso? Está sendo tão bom comigo. Eu... Eu não mereço isso de você. – Abaixei minha cabeça. Eu devia ser insuportável para ele.
- Não fale mais isso! Eu que não mereço estar aqui com você, mas jamais lhe deixarei de agora em diante, ok? Jamais, jamais, jamais... – Eu apenas fechei os olhos enquanto ele continuava a surrar “jamais” e acariciar meus cabelos.

(...)

Estava saindo do colégio quando senti alguém segurar-me levemente pelo braço.
- Vilu, posso levá-la para casa? – Virei-me para ver quem é e assim que o vi abri o maior sorriso do mundo. Seria possível assim ele trazer-me tanta alegria e paz?
- Claro! Eu vou adorar. – Abaixei a cabeça envergonhada enquanto mordia o lábio.
- Ok, vamos? – Olhei para ele e vi que ele estava sorrindo da mesma maneira que eu havia sorriso poucos segundos atrás. Dei um sorriso bobo.
- Vamos.

(...)

- Pronto, está entregue.
- Muito obrigada, León. Você fez tanto por mim hoje.
- Já disse, não precisa agradecer. Faria tudo novamente. – Suspirei. Mas não um suspiro qualquer, um suspiro apaixonado.
- Tudo bem, mas mesmo assim fico devendo-te uma! Bom... Err... Tchau. – Disse sem graça e acenei já entrando e ele puxou-me.
- Err... Será que você gostaria de dar um passeio no parque hoje à tarde? – Sorri de imediato.
- Sim, claro!
- Te pego as 15h00min então?
- Sim, pode ser. Tchau Léon. Até mais. – Beijei a bochecha dele sem pensar muito e entrei em casa saltitando.
Finalmente algo na minha vida daria certo, e eu não deixarei Marco atrapalhar-me.
- Hey pequenina, por que tanta animação? – Disse Olga pregando-me um susto.
- Ai Olguinha, que susto! Ahn... Nada não. – Sorri de canto sem graça.
- Hmm, ok. Eu finjo que acredito. É bom ver-te feliz depois do que aconteceu ontem... Err... Bom, o almoço já esta quase pronto, já, já lhe chamo.
- Ok, obrigada. – Subi correndo e joguei-me em minha cama enquanto pensava nele.

(...)

Olhei-me mais uma vez no espelho para ter certeza que estava bom. Não podia parecer muito arrumada, nem muito simples. Afinal iriamos ao parque.
Dei uma última olhadinha e conclui que estava prontaOlhei no relógio e vi que eram 14h40min. Ok, ainda falta 20 minutos.
Resolvi descer e olhar um pouco de TV para distrair-me.

(...)

A campainha tocou e eu dei um pulo. Nunca me senti tão nervosa. Esses 20 minutos foram os mais longos da minha vida. Levantei-me dando passos lentos até a porta enquanto respirava fundo. Abri a porta e vi-o. Lindo e com um sorriso de canto nos lábios.

(...)

- Como está seu sorvete, Vilu?
- Delicioso! Mas ainda acho que eu que deveria ter pagado meu sorvete.
- Eu convidei, eu pago. – Falou em um jeito brincalhão colocando um pouco de sorvete no meu nariz.
- Hey! Isso não é justo. – Fiz biquinho e ele riu. – Léon...
- Oi, princesa? – Sorri de canto.
- Tem uma coisa no seu rosto. – Falei aproximando-me e vi que ele ficou nervoso. Aproximei-me mais e meu coração já batia a mil. Mas não era o momento certo. Sorri travessa e coloquei sorvete nele e ele olhou-me surpreso e bravo e eu soltei uma gargalhada.
- Ah, então é assim? – Eu apenas assenti ainda rindo da cara dele. Ele limpou-se. – É melhor você correr!
- Ué, por quê? – Disse acalmando-me.
- Porque se não correr eu te pego. – Olhei-o desconfiada.
- León, você não faria isso comigo, né? – Ele aproximou-se com um sorriso travesso e eu saí correndo enquanto ele corria atrás de mim e riamos. – Não Léon! Por favor, eu estou cansada! Só um segundo. – Parei para respirar e ele abraçou-me por trás. – Hey! Eu pedi para você esperar.
- É, mas eu não respondi. – Ele sussurrou no meu ouvido arrepiando-me.
- É-é, agora me solte seu bobo. – Gaguejei e senti minhas pernas tremerem quando ele tocou minha cintura. – León... – Ele virou-me para ele.
- Oi? – Sorriu lindamente para mim e eu retribui.
- Vou ser obrigada a fazer uma coisa que talvez você não goste.
- O que? Empurrar-me? – Ele riu.
- Não, é algo bem melhor.
- Então faça. – Aproximei-me dele e beijamo-nos. O primeiro e melhor beijo de todos com o amor da minha vida.

Oi meus lindos, como está o capítulo?
Último capítulo da maratona pelos 600 views!!! Espero mesmo que tenham gostado!!! Eu ameeei fazer <33
Desculpem a demora. :s
Não se esqueçam de votar na enquete!
Se alguém quiser trocar divulgação comente, por favor.
Beijos anjinhos. ;*


Gaby Silveira

Just a Dream: Capítulo 10 (My Fault) - Maratona

Capítulo 10 – My Fault


No capítulo anterior:

(...)

Depois de diversas conclusões para algumas perguntas e ainda deixando algumas com um ponto de interrogação, pois só conseguiria responde-las com Violetta, eu adormeci. Pensando, sonhando, imaginando e respirando ela.

Violetta Narrando

Acordei com o rosto todo encharcado e totalmente confusa, pois ainda estava com a roupa da noite passada. Então eu lembrei. De uma vez só, lembrei-me de todos os acontecimentos e de toda dor. E não pude deixar de sentir meus olhos marejarem. O que esperar desse dia depois de tudo que aconteceu e causou-me tanta dor? Medo. É o que eu sinto agora, medo do futuro. Medo da dor que sinto agora aumentar-se. Poderia tudo piorar? Agora só o que posso fazer é esperar.
Levantei-me e fiz minha higiene matinal. Logo após vesti-me e fui tomar meu café da manhã. Dei bom dia a Olga e vi Marco descendo as escadas. Imediatamente peguei meu prato e meu suco e subi passando por ele sem olha-lo. Ouvi-o suspirar tristemente, mas não voltei atrás. Iria cumprir minha promessa da noite passada. Por mais que fosse dolorosa. Eu nunca mais voltaria a lhe dirigir a palavra, contra minha vontade ou não.

León Narrando

Acordei e levantei-me. Fiz minha higiene matinal e logo me vesti e sai indo diretamente para cozinha. Abri os armários em busca de meu cereal e logo achei-o. Peguei meu prato, leite e comi. Sentei-me no sofá enquanto esperava Diego. Alguns minutos depois o mesmo apareceu já pronto, tomou seu café e levantei-me indo até a porta. Peguei minha mochila que se encontrava ali e minhas chaves e saímos em silêncio.
Após chegarmos à escola fomos diretamente cada um para sua sala sem falar nada. Entrei e passei os olhos pela sala em busca dela. Mas não a avistei. Será que ela virá? Será que ela está bem? O que resta é esperar.
Violetta Narrando

Cheguei à escola totalmente atrasada. Perderia o primeiro período. Droga!
- Tudo culpa daquele imbecil. – Falei baixinho frustrada para mim mesma enquanto lembrava-me do acontecido de alguns minutos atrás.

Flashback
Estava indo a pé em direção a minha escola quando de repente vi um carro andando no mesmo ritmo que eu ao meu lado. Achei estranho, estariam seguindo-me? Apressei-me, mas isto só fez com que o carro fizesse o mesmo. Parei de andar virando-me para o carro e imediatamente o vidro do mesmo abaixou-se e eu pude vê-lo. Mas como? Como ele chegará ali? Como sabia que eu estava aqui? Como era possível?
Olhei-o completamente assustada. Mas ele acenou para que eu aproximasse-me. Apenas fiz que “não” com a cabeça e continuei meu caminho. Mas ele voltou a seguir-me. Mas que droga! O que ele queria comigo agora? Já não bastava toda a dor que ele tinha proporcionado a mim e minha família? Agora que meus pais estavam bem, ele resolve voltar? Imbecil.
- Violetta, pare! Você não pode fugir de mim para sempre.
Apenas ignorei-o e continuei a andar.
- Vamos, Vilu! Deixe de ser teimosa. Eu só quero conversar. Pare, por favor.
- Vá embora! Eu não quero falar com você, não consegue entender?! – Disse parando de andar e olhando-o brava. Mas logo voltei a andar, acabaria atrasando-me se desse muita conversa para ele.
- Se não quisesse mesmo, não teria nem falado agora. Por favor, Vilu. Só um segundo. – Argh que insistente! Por que ele não consegue entender logo e ir embora? Parei.
- Já disse que não!          Que coisa, você é surdo? Eu N-Ã-O quero falar com você. – Soletrei e voltei a andar.
Ouvi um freio brusco e assustei-me. Quando o vi já estava ao meu lado e segurando-me indelicadamente pelo antebraço.
- Solte-me, seu louco! Eu não quero falar com você, solte-me! SOCORRO! SOCORRO! Pare imbecil! Você está machucando-me! – Disse tentando soltar-me de qualquer maneira. Droga! Eu tinha que começar a fazer algumas aulas de karatê ou algo assim. Não é possível que eu seja tão fraquinha assim!
- JÁ CHEGA VIOLETTA! EU TENTEI SER BONZINHO COM VOCÊ, MAS JÁ VI QUE NÃO DÁ! SERÁ QUE VOCÊ PODE PARAR UM SEGUNDO E OUVIR-ME? – Falou com fúria nos olhos enquanto balançava-me. Eu estava completamente sem reação, abria a boca e fechava-a sem saber o que dizer. Assustada. Era como eu estava. Ele pareceu perceber e suspirou.
- Desculpe-me Vilu, perdi o controle. Mas a culpa é sua, viu? – Ele riu e sorriu de canto. Eu continuava igual. – Você que fica irritando-me ao não obedecer-me. Poxa, o que custa escutar-me? Você não está chateada ainda com aquilo, né? Poxa Violetta, isso é passado, vê se esquece! – E eu cai na real.
- CALA A BOCA, SEU IMBECIL! JÁ CHEGA! CHEGA DE VOCÊ HUMILHAR-ME! SERÁ QUE VOCÊ NÃO ENTENDE QUE EU ODEIO-O? EU JAMAIS IREI LHE PERDOAR PELO O QUE VOCÊ FEZ! VOPCÊ NUNCA MAIS CONSEGUIR LIMPAR A SUJEIRA QUE VOCÊ DEIXOU! VOCÊ SABE O QUANTO EU SOFRI? O QUANTO EU CHOREI? MAS CLARO QUE NÃO! VOCÊ NÃO SE IMPORTA COM NINGUÉM ALÉM DE SI MESMO! AGORA SAIA DA MINHA FRENTE ANTES QUE EU CHAME A POLÍCIA! E NUNCA MAIS SE APROXIME DE MIM, OUVIU? N-U-N-C-A MAIS! – Soltei-me dele bruscamente e explodi. Não joguei nem a metade das verdades que queria ter dito, mas isto já bastava. Senti-me leve, finalmente havia conseguido fazer a tempos. Sorri vitoriosa para ele e sai.

Entrei na sala de aula no segundo período e olhei o quadro e não havia nada escrito nele, ufa! Sentei-me e a professora de Português logo entrou e deu inicio a aula.

León Narrando

Era a hora do intervalo e eu estava indo ao banheiro. De repente, ouvi um choro baixinho e ao olhar procurando da onde vinha aquele choro, assustei-me. Corri de imediato para abraçá-la que me olhou assustada e com os olhos encharcados, mas apertou-me mais contra ela. Meu coração estava apertado só de vê-la assim. Seria minha culpa? Ela estava chorando por minha culpa? Talvez pudesse ser minha culpa mesmo, afinal fui eu que comecei tudo isso. 

Oi meus anjos, o que acharam? Está muito ruim? >.<
Penúltimo capítulo da maratona pelos 600 views!!! Vão ser 4 capítulos seguidos, ok? Até o 11.
Quem será aquele cara? *O* Tipo, vocês tem alguma ideia de quem seja? Eu não vou falar. :x HSHUASHUASHUASHUA, sou má. ;3
Enfim, não se esqueçam de votar na enquete!
Se alguém quiser trocar divulgação comente, por favor.
Beijos morecos. ;*


Gaby Silveira

Just a Dream: Capítulo 9 (Pain) - Maratona

Capítulo 9 – Pain


No capítulo anterior:

(...)

Sai do quarto devagar e dirigi-me até a sala e vi uma cena a qual eu nunca pensei que veria desde que mamãe faleceu. Diego estava chorando.

Violetta Narrando

Chegamos a nossa casa e eu sai rapidamente do carro assim que ele destrancou as portas já não querendo mais ficar no mesmo ambiente que ele. Como ele pode ser tão cruel? Como ele pode machucar-me desta forma apenas para agradar-se? Eu não compreendo, eu não entendo, eu não consigo racionar. Por que ele fez isso? Por quê?
- Violetta, espere-me. – Ele disse saindo correndo do carro enquanto eu já adentrava a casa.
- Não quero falar com você, cala-te Marco. - Eu disse com meus olhos marejados, estava profundamente magoada com ele.
- Algum dia irá agradecer-me por isto. Entenda que só quero o seu bem. – Disse-me fechando a porta e virei-me para ele, pois até então estava de costas para o mesmo.
- AGRADECER-LHE MARCO? PELO O QUE? POR BEBER? POP QUERER MANDAR EM MIM? POR HUMILHAR-ME NA FRENTE DE TODA AQUELAS PESSOAS? POR FAZER-ME SOFRER? SE EU DEVO-TE AGRADECER POR ISTO, ENTÃO ORBIGADA. Satisfeito? Agora posso ir e nunca mais olhar-te? Tenho nojo do que vejo. – Eu falava sem medir as palavras, como ele podia pensar que eu o agradeceria depois do que ele fez?
- ABAXE O TOM COMIGO VIOLETTA. SOU SEU IRMÃO E DEVE-ME RESPEITO. VOCÊ NÃO IRÁ TER NOJO DE MIM AMANHÃ QUANDO ACORDAR E PERCEBER O GRANDE ERRO QUE IRIA COMETER. COMO VOCÊ PODE VIOLETTA? NÃO TENS AMOR PRÓPRIO?
- Olhei-o confusa. Do que ele estava falando?
- DEVO RESPEITO A VOCÊ?  NÃO ME FAÇA RIR MARCO. PARA QUE EU TERIA RESPEITO COM VOCÊ, SE VOCÊ MESMO NÃO ME RESPEITOU? E DO QUE ESTÁ FALANDO? DESDE QUANDO SAIR COM DIEGO É NÃO TER AMOR PRÓPRIO? VOCÊ NÃO FALOU NADA QUANDO SAIMOS E AGORA VEM COM ISSO?
- PRESTE BEM ATENÇÃO NO QUE VOU LHE DIZER VIOLETTA. VOCÊ ESTÁ PROIBIDA, P-R-O-I-B-I-D-A, DE SAIR COM AQUELE MOLEQUE NOVAMENTE OU VÊ-LO EM QUALQUER QUE SEJA A SITUAÇÃO. NÃO SE APROXIME MAIS DELE, OUVIU? – Disse-me soletrando e aquilo só aumentou minha raiva.
- Eu odeio-o e a partir de hoje nunca mais irei lhe dirigir a palavra. – Eu falei sem pensar, falei com raiva, com decepção, com mágoa, com tristeza e isto só piorou ao ver a feição triste que meu irmão fez. Ele havia me quebrado em pedaços. Eu estou destruída, sem caminhos a seguir. Eu só queria poder abraça-lo para ele poder reconfortar-me. Mas não. Ele era o motivo da minha dor.
Subi as escadas rapidamente enquanto deixava as lágrimas molharem meu rosto. Eu não sei se aguentaria mais uma decepção. Vinha uma atrás da outra e elas não se cansavam enquanto eu não me encontrava sem esperanças. Primeiro minha decepção amorosa com León, depois suas ameaças para manter-me longe de Diego, logo após Marco voltando a beber e agora me obrigando de tentar pelo menos ser feliz ao lado de alguém que apesar de eu não ter sentimentos maiores do que amizade amava-me? Eu queria tentar, eu queria errar. Mas Marco não me propôs esta opção. Simplesmente resolveu que eu não deveria mais ver Diego. E isto me chateava não por não poder vê-lo. Mas sim porque os motivos dele estar assim chamam-se bebida.
Diego Narrando

Eu não conseguiria, eu não sou forte o suficiente para isto. Eu não me pronunciei para defender a quem eu chamava de amor da minha vida há algumas horas sequer uma vez. Parecia que minha voz havia falhado e eu apenas queria afundar-me em um buraco diante daquela situação totalmente inexplicável e constrangedora diante Marco e Violetta.
Eu queria tê-la defendido, ter lutado por algo que eu chamava de amor. Seria tudo uma mentira? Eu estava enganando-me ou eu não tinha voz para encara-lo? Depois de tudo que aconteceu... Conversar com ele antes de meu encontro com Violetta animou-me e por um momento eu pensei que as coisas iram melhorar. Mas não. Ele considera-me um verme.
Lágrimas e mais lágrimas, como eu podia ser tão fraco? Nem pela mamãe eu havia chorado por tanto tempo e tão profundamente.
De repente percebi que chorar não faria diferença alguma. Levantei-me enquanto secava meu rosto encharcado com o objetivo de tomar um longo e morno banho para acalmar-me, mas algo que ao mesmo tempo em que me parou, surpreendeu-me.
Léon estava a olhar-me. Ele teria me visto chorar? Ele mantinha o olhar triste e... Culpado? Parecia ter pena de mim. Será que ele ainda estava chateado com o que eu havia falado mais cedo? Estava profundamente arrependido, pois Léon sempre fez de tudo para mim desde que nossa mãe faleceu e eu estava retribuindo-o daquela maneira. Meus olhos marejaram, mas não iria chorar na frente dele. Talvez não novamente, não havia certeza se ele já estava ali por muito tempo.
- Estava chorando Diego? – Sua voz soava triste. Aquilo me deixou pior.
- Não se preocupe León, eu estou bem. E aproveitando, queria pedir-lhe desculpas pelo meu comportamento mais cedo. Eu desrespeitei-o e fui totalmente mal agradecido e egoísta. Você sempre me deu tudo e fez de tudo para que eu fosse feliz, agora é minha vez de retribuir. Desculpe-me mais uma vez e boa noite.
- Diego, espere. Eu perdoo-o, pois sei que foi algo da boca para fora. Mas não volte a usar as palavras como forma de defender-se, principalmente se for com alguém a qual você goste muito. Palavras machucam mais que socos. Não são como socos, são piores. Apenas tome cuidado se acontecer uma próxima vez e eu realmente espero que isto não se repita. Também queria pedir-lhe desculpas porque eu não tinha direito nenhum de meter-me em sua vida. Mas já me metendo nela, gostaria de saber por que sofres.
- Bom, - Eu suspirei. – primeiramente obrigada por ser tão compreensível e também o perdoo. Segundamente obrigada pelo conselho, eu vou segui-lo e também espero que não se repita. Mas sobre o porquê de eu chorar, é algo complicado. Talvez você entenda ou talvez você julgue, mas infelizmente não é o momento certo para eu descobrir sua reação.  – Eu então passei por ele e antes de desaparecer pelo corredor, disse-lhe: - Boa noite, irmão.

León Narrando

Seria possível voltar no tempo? Pois eu realmente gostaria de recomeçar este longo dia. Uma onda de novas descobertas, decepções, erros e mágoas eu vivi. Encontrei-me completamente apaixonado por Violetta, e só queria saber de que maneira aquele sentimento surgirá. Queria buscar todos meus pontos fracos em relação a ela, queria descobrir se meu amor é recíproco. Gostaria de saber o que eu mais gosto nela, o que me chamou atenção para que meu coração começasse a bater por ela.
Depois de diversas conclusões para algumas perguntas e ainda deixando algumas com um ponto de interrogação, pois só conseguiria responde-las com Violetta, eu adormeci. Pensando, sonhando, imaginando e respirando ela.

Oi gente linda, como está este capítulo?
Segundo capítulo da maratona pelos 600 views!!! Vão ser 4 capítulos seguidos, ok? Até o 11.
Enfim, não se esqueçam de votar na enquete!
Se alguém quiser trocar divulgação comente, por favor.
Beijos anjinhos. ;*


Gaby Silveira

Just a Dream: Capítulo 8 (Lies of Love) - Maratona

Capítulo 8 – Lies of Love


No capítulo anterior:

(...)

Agora eu entendo. O problema não é o Diego namorar. É ela. E se eles dois ficarem juntos... O que eu faço? Eu não posso perder a garota que eu amo... Mas é o meu irmão. Droga é o meu irmão! E apaixonamo-nos pela mesma garota. Porque Violetta? Porque você tem que fazer-me sentir assim?
A única coisa que posso fazer é deixar meu irmão ser feliz. Ele merece, depois de tudo que passou. Eu não mereço Violetta, não mereço a felicidade. Eu tirei a mamãe dele, não posso tirar ela. Não ela.

Violetta Narrando

Eu e Diego estávamos agora na fila para comprar ingressos para ver “Rio 2 3D”. Era o único em cartaz no momento em que parecia não ser tão chato.

Diego Narrando

Comprei nossos ingressos e saímos com as pipocas já em mãos em direção à sala 6 onde passaria o filme que iramos ver. Estou ansioso, e se eu fizer algo errado e passar vergonha? Droga Diego! Se eu envergonhar-me na frente dela o mundo explode. Provavelmente ela riria de mim e nunca mais voltaria a falar comigo ou sequer olhar para mim. Isso apenas aumentou meu nervosismo.
Porque eu simplesmente não podia fazer as coisas certas e impressiona-la? Mostra-la que eu sou bem mais que apenas mais um garotinho de 14 anos. Eu preciso de coragem.

León Narrando

Não, eu não aguento mais! Eu tenho que fazer alguma coisa, eu preciso de Violetta. Como posso abrir mão do amor da minha vida? Mesmo que seja meu irmão meu concorrente, eu não posso desistir dela, posso? Ou não? Bom, eu já tenho bem claro que eu não a mereço, mas e se... Não, isso seria extremamente maldoso e talvez Diego jamais me perdoasse. Mesmo sendo errado, sinto que é preciso. Mas e se ela não quiser mais falar comigo? Ah pare de bobagens León! Nenhum dos dois descobrirá que fui eu. Só se Marco contar. E se Marco concordar. Mas não, ele não vai. Ele não faria sua irmãzinha sofrer e eu ainda teria que explicar-me do porque de querer isto e acho que não é muito conveniente contar a meu melhor amigo que estou apaixonado pela irmã dele, não é? Então é melhor eu arrumar uma desculpa rápido. Há esta hora os dois já devem estar seja lá onde e é capaz de eu perder Violetta para sempre e jamais ter a chance de merecê-la.

Marco Narrando

Alguns minutos depois...

Entrei na sala de cinema enfurecido. Como Violetta poderia fazer isto? Como aquele filho da mãe poderia querer fazer isto com minha maninha? Eu vou estraçalha-lo quando encontra-los.
Fui andando entre as poltronas enquanto algumas pessoas me xingavam mandando sair da frente, mas eu nem ligava. Neste momento o mais importante era a segurança e o bem estar de Violetta.
De repente, de longe os avistei e Diego mantinha o braço envolta da minha pequena. Quem ele pensa que é para ter toda essa intimidade com minha irmã? Argh vou mata-lo.
Cheguei à frente dos dois e Violetta olhou-me assustada e Diego apenas tinha uma cara surpresa.
Olhei enfurecido para Violetta, e esbravejei em um tom autoritário para que ela percebesse logo que eu não estava brincando:
- Levante-se Violetta, vamos para casa. Nunca mais volte a falar com este verme. E você, - Eu disse virando-me para Diego e pegando-o pela gola da camisa. - se encostar-se à minha irmãzinha mais uma vez eu acabo com a sua raça, entendeu? – Soltei-o e peguei Violetta pelo braço obrigando-a a levantar e ela olhava-me tão assustada e decepcionada que isto me fez parar apenas por um segundo.
- O que está fazendo Marco? Andou bebendo de novo? Pois você só pode estar bêbado ou louco para vir aqui e achar que pode mandar alguma coisa. Eu não vou embora coisa nenhuma, quem deveria ir é você que esta atrapalhando não só meu encontro como as outras pessoas que gostariam de assistir o filme. Retire-se daqui antes que algum segurança venha busca-lo. – Ela estava desafiando-me para cometer este tipo de coisa? Como ela poderia sujeitar algo assim a si mesma? Não tinha amor próprio? Isso me deu mais raiva.
- Vamos Violetta, eu não estou brincando. Obedeça-me logo e vá para fora deste cinema imediatamente.
- Você gosta de ver-me sofrer, não é? Na primeira vez que eu acho que poderia encontrar um cara legal para sair, você vem e estraga tudo. Eu não compreendo. Antes de sairmos vocês pareciam tão amigos e agora isso? Poupe-me e poupe a si mesmo. Nós sabemos que eu não vou sair daqui, vou sentar-me calmamente e continuar o meu encontro enquanto um segurança lhe tira daqui, ouviu bem? – Eu olhei-a completamente incrédulo, mas não iria desistir.
- Poupe-se você de passar por isso. Nós éramos amigos, até eu descobrir que tipo de verme ele é. Pois bem, as aparências enganam. Agora vamos logo que presenciar o mesmo lugar que este verme dá-me nojo.
- Não admito que fale assim com ele! SEGU... – Quando percebi que o que ela iria fazer tampei sua boca com minha mão e puxei-a pelo braço em direção a saída e só soltei-a para obriga-la a entrar no carro. Entrei e tranquei as portas impedindo-a de fugir, já que o carro era automático.
- DEIXE-ME VOLTAR MARCO! VOCÊ NÃO TEM O DIREITO DE FAZER ISSO COMIGO!
- Cala-te Violetta. Já lhe disse que não vou levar-te de volta para os braços daquele... – Ela interrompeu-me.
- NÃO ATRAVA-SE A XINGA-LO MAIS UMA VEZ. EU JÁ DISSE QUE O ÚNICO VERME QUE EU VI NAQUELA SALA ERA VOCÊ. – Aquilo me atingia de forma dolorosa. Mas eu não desistiria, não desistiria dela. Ela vai agradecer-me em breve, só estou fazendo isto para o bem dela.

León Narrando

Eu estava a ponto de furar o chão de meu quarto enquanto andava de um lado para o outro. Estou sentindo-me culpado, triste, enfurecido, magoado e mais um turbilhão de sentimentos inexplicáveis para mim agora. Estaria ela agora chorando? Sofrendo? Ah mas no final tudo acabará bem, não é? Ah mas que droga que você vez León!
Não, não, não! Agora já foi não há como voltar atrás.
Dei um pulo assim que ouvi a porta abrir-se. Diego! Ótimo, olhei no relógio e não fazia mais de meia hora que eu havia cometido talvez o pior erro da minha vida. Mas foi por amor. Então não posso estar tão errado assim.
Sai do quarto devagar e dirigi-me até a sala e vi uma cena a qual eu nunca pensei que veria desde que mamãe faleceu. Diego estava chorando.

Oi amores, o que acharam?
Primeiro capítulo da maratona pelos 600 views!!! Vão ser 4 capítulos seguidos, ok? Até o 11.
Não vou enrolar muito, pois tenho algo importante a falar.
Dedico esse capítulo e a história toda para alguém que sempre esteve ao meu lado. Para o anjo que entrou em minha vida e salvou-me inesperadamente e abriu meus olhos para outro mundo. Um mundo verdadeiro. Um mundo chamado amizade. E neste mundo aprendi com a melhor pessoa do mundo o que significa amar alguém incondicionalmente. O que significa saber que pode contar com aquela pessoa sempre que precisar. Mas neste mundo há um vilão, que quer acabar com nossa amizade. A distancia. Ela provoca-nos saudade, dor. Mas nós sabemos que podemos superar isto, nossa amizade é forte. Já passamos por muita coisa, mas hoje continuamos aqui. Juntas. Meu coração é seu e você sabe disto, e é para você Maria Eduarda Portela, a minha princesa, minha ídola e minha maior inspiração que eu dedico esta história e toda a minha felicidade. Nunca se esqueça de que eu te amo com toda a minha alma e que você é minha irmã. Espero poder ter a honra de algum dia conhecer-te e poder ver de perto a pessoa que eu sempre considerei ser meu refugio, alguém que se eu precisasse chorar estaria ali para apoiar-me e dar-me forças. Mandar-me forças de tão longe. E é isto que te torna meu anjo. Você colocou sorrisos em meu rosto quando eu pensei que já nem sabia mais sorrir. Só pelo fato de existir. Agradeço imensamente por Deus ter-lhe colocado em minha vida, você é minha benção. Sou muito abençoada em ter algo como você. Não se esqueça de que eu te amo, viu? E claro, que você é só minha. :3 Amizade verdadeira, amizade forte, amizade eterna <33
Enfim, não se esqueçam de votar na enquete. ;3
Se alguém quiser trocar divulgação comente, por favor.

Beijos meus lindos. ;*
Gaby Silveira

terça-feira, 8 de abril de 2014

Novo "Estilo"



Oiee amores,
acho que perceberam que eu mudei o fundo e algumas coisinhas bem simples aqui no blog, neáh?
Eu já estava enjoada daquele jeito e também estava horrível '-'
Por isso queria saber a opinião de vocês sobre como ficou...
A foto da Demi que eu coloquei mexe com meus sentimentos. :'3
Mas enfim, o que acharam?? ^-^
Se puderem comentar eu fico realmente muito agradecida!
Beiijos anjinhos, amo vocês <33.
Ps.: Postarei o capítulo 8 assim que o mesmo estiver pronto.

Atualização:
Coloquei ali em cima uma fotinho do novo estilo do blog, coisa que eu deveria ter feito antes, mas ok.
Não sei exatamente porque, mais sei lá, achei que era importante colocar u-u
(por isso que no print ta diferente, sem a "atualização” ;3)


Gaby Silveira

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Just a Dream: Capítulo 7 (I Don't Deserve Her)

Capítulo 7 – I don't deserve her


No capítulo anterior:

(...)

Era 18h45min quando ouvi a porta abrir-se lentamente. Olhei para a mesma e vi Marco entrando de fininho. Assim que ele me viu, encarando-o com uma cara nada boa enquanto mantinha meus braços cruzados, ele paralisou.
- Onde estava Marco? – Eu disse extremamente fria.

Marco Narrando

Cheguei em casa meio tonto por causa da bebida e vi Violetta me encarando brava. Eu a olhei paralisado. E agora? O que eu diria a minha irmãzinha?
Ela me perguntou onde eu estava em um tom frio. Eu não consegui responder, pois as palavras pareciam ter fugido da minha boca. Por sorte eu não bebi muito.

Violetta Narrando

Levante-me indo em direção a ele.
- De novo, onde você estava Marco? – Eu disse já irritada por ele não ter me respondido da primeira vez.
- Err... Eu... Bom, eu tava...
- O que eram aqueles gemidos no telefone? Quem é que tava com você?
- Eu não vou mentir para você, - Ele suspirou. – eu estava com uma garota. Pronto, era isso que queria ouvir? Feliz? Posso ir pro meu quarto agora mamãe? – Ele disse em um tom irônico e aquilo só me fez ficar mais decepcionada com ele, não pela garota. Mas sim por ele mentir para mim.
- Não minta mais Marco! E esse cheiro de bebida hein? Eu não acredito que você voltou a beber! Isso é tudo culpa daquele seu amiguinho irresponsável que colocou essa merda na sua vida. – Eu disse com os olhos já marejados.
- OLHA COMO VOCÊ FALA DO MEU MELHOR AMIGO VIOLETTA! EU NÃO BEBI TA LEGAL? AGORA NÃO ENCHE!
- OLHA COMO VOCÊ FALA COMIGO! EU NÃO SOU UMA DAQUELAS VAGABUNDAS QUE VOCE DORME PARA GRITAR DESSE JEITO COMIGO, OUVIU? POR QUE MARCO? Po-r-que você bebe? – A essa altura eu já chorava descontroladamente e ele me olhava com raiva e tristeza.
Decepção. Essa era a palavra que me definia agora.
- Vilu, eu... Desculpe-me, irmãzinha... Eu não queria te magoar. – Ele disse já mais calmo e se aproximando de mim. Dei um passo para trás.
- Não estou magoada, estou decepcionada. Muito decepcionada com você, Marco. – E dito isso eu sai correndo pelas escadas em direção a meu quarto enquanto as lágrimas não cansavam de cair. Por que as coisas tinham que ser tão difíceis?

Marco Narrando

Assim que ela saiu correndo eu fiquei ali paralisado novamente. Magoa-la era horrível. Decepciona-la era ainda pior. Droga Marco! Você só sabe faz merda, cara!
Despertei de meus pensamentos quando ouvi a porta abrindo. Olhei para trás e vi Olga entrando cheia de sacolas, devia estar no mercado, eu deduzi. Fui ajuda-la e ela agradeceu.
Estávamos guardando as compras quando a campainha tocou.

Violetta Narrando

Ouvi a campainha tocar. Estava deitada de bruços na cama com o rosto enfiado no travesseiro enquanto chorava. Dei um pulo na hora em que lembrei que iria sair com Diego. Provavelmente era ele e eu devia estar com uma cara horrível por causa do choro. Corri até o banheiro e me olhei no espelho. Esqueci-me da maquiagem, que agora estava escorrida pelo meu rosto. Lavei-o e tirei a maquiagem. Sequei o rosto e voltei para o quarto correndo e passei apenas um gloss nos lábios e um lápis no olho. Era o máximo que conseguia fazer rapidamente. Ao descer as escadas vi uma cena estranhamente suspeita. Diego e Marco estavam sentados conversando animadamente. Desde quando eles eram amigos?
- Err... Oi. – Eu disse sorrindo fraco prendendo agora a atenção deles. Diego me olhava sorrindo de canto envergonhado enquanto Marco estava cabisbaixo.
- Oi Vilu, você está linda! – Ele disse todo fofo e eu não tive como não sorrir.
- Obrigada, você também está lindo! Vamos? – Eu não ousei nem olhar para Marco. Vi Diego olhar-nos estranho sem entender muito, mas concordou com a cabeça e fomos em direção à porta e quando eu estava fechando a porta vi Marco sussurrar só para mim “Cuide-se, maninha”.

León Narrando

Estava em meu quarto fazendo os temas da escola enquanto escutava música. Não havia saído do quarto sequer uma vez depois de minha briga com Diego. Ele até tentou falar comigo, mas eu não quis. Como ele pode? Ele sabe que a culpa da mamãe ter ido não é minha! Ou será... Será que é? Droga me sinto um idiota! E agora Diego deve estar se divertindo com a Violetta. Porque isso me incomoda tanto? É por ele? Ou será que é por ela? Não, não pode ser! Ou pode?
Lembrei-me de minha conversa no intervalo com ela e fiquei juntando os fatos.

Flashback
- Você estava protegendo ele do que? De mim? O que eu fiz para ele ou para você? Sou tão ruim assim que meu “tipinho” não é bom o bastante mesmo como você disse? – Ela disse abaixando a cabeça. Aparentava estar triste. Preciso dizer o quanto aquilo havia me afetado? A ver assim quebra meu coração. Que droga! O que ta acontecendo comigo?
- Não, claro que não! Desculpe por ter dito isso, eu fui imbecil. Você não é nada disso, você é... Maravilhosa. – Eu disse levantando a cabeça dela pelo queixo e ela me olhou no fundo dos meus olhos enquanto mantinha um sorriso surpreso e eu senti como se toda a minha vida fizesse sentido agora. Era por ela. Por esses olhos. Esse sorriso. - Eu só estava protegendo ele do mundo, sabe? O problema não é você! É o fato de ele ter uma quedinha por você. – Ela me olhou totalmente surpresa mais uma vez.
- M-as, porque isso é um problema? – Ela disse gaguejando. Senti que ela estava nervosa com a nossa proximidade. Soltei seu rosto me afastando.
- Eu sei o que é sofrer por amor e não quero que passe por isso.
- E porque você acha que vou o fazer sofrer?
- Sei lá! – Ela me olhou incrédula. – Fala sério Violetta! Olha para você, você sabe que é encantadora! Tantas vezes você me provocou e eu me segurei, mas o Diego tem apenas 14 anos e ainda age por impulso. Não quero que ele se arrependa de nada... – Ela me olhou com os olhos arregalados.
- Credo León! Eu jamais o forçaria a fazer nada que ele não quisesse, seria mais fácil ele me fazer perder a... Err, vamos esquecer isso? Eu não quero mais falar nisso e o Diego ta me esperando faz tempo! – Ela disse entrando na sala. E eu suspirei enquanto batia forte na parede. Droga! Mil vezes droga! Eu não podia. Eu não podia sentir isso.

E foi então que eu percebi. Eu estava apaixonado por ela. Mas como? Como isso aconteceu? Nós quase não nos falamos. Como ela pode fazer-me sentir assim? Droga Violetta!
Agora eu entendo. O problema não é o Diego namorar. É ela. E se eles dois ficarem juntos... O que eu faço? Eu não posso perder a garota que eu amo... Mas é o meu irmão. Droga é o meu irmão! E apaixonamo-nos pela mesma garota. Porque Violetta? Porque você tem que fazer-me sentir assim?
A única coisa que posso fazer é deixar meu irmão ser feliz. Ele merece, depois de tudo que passou. Eu não mereço Violetta, não mereço a felicidade. Eu tirei a mamãe dele, não posso tirar ela. Não ela.

Oi meus anjos, como está o capítulo?
Para mim está razoável. Espero que vocês gostem. O Flashback foi do capítulo 5, só que nos pensamentos do León.
Peço mil desculpas pela demora! Eu estava totalmente sem criatividade, e fui escrevendo aos poucos.
Dedico esse capítulo para a minha mais nova leitora Lah <33 Muito obrigada por seu comentário, simplesmente me inspirou para terminar o capítulo e aqui está ele! Em poucos minutos ele já estava pronto, e sim foi por você *-* Você é incrível, nunca se esqueça disso! Eu te amo muiiito <3 Por favor, não deixe de comentar. ^-^
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Se alguém quiser trocar divulgação comente, por favor.
Beijos amores. ;*

Gaby Silveira